Olá amigos
do Leitura Vasta, hoje trago a vocês um devaneio, tinha uma rasa ideia sobre o
seu significado etimológico, mas procurei no dicionário a real definição, e
olha só o que descobri: Estado de
espírito de quem se deixa levar por lembranças, sonhos e imagens, dentre outras
coisas, esse é o que melhor se encaixou,então, vamos a ele?!
Vamos!
Além do
devaneio tenho também no pacote, elucubrações... Vamos à etimologia. (Penoso ou
prolongado trabalho intelectual feito à noite; meditação, divagação). O mesmo
que lucubração.
Criei esse
Blog, justamente para torná-lo o meu incrível diário de leitura, porém existe certa
dificuldade, quando algo é feito para si à coisa parece que fluí mais, mas
quando é público ficamos imensamente receosos de acabar falando besteiras e
espantar o público, se é que alguém está lendo isso, bom, que seja, imagino que
sim, afinal tá no ar é pra isso, para que serve a exibição se não temos
público?
O problema é
que esse público está cada vez mais exigente, claro, nada contra, eu como
cliente/consumidor de algo, costumo me portar desta maneira, afinal queremos
sempre o melhor, mas o que é o melhor?
- O melhor é o
que o outro disse?
- O que nos
indicaram?
- O que tem
mais público?
O melhor é
aquele que já começou de cima!
Pois é, não
precisa da nossa propaganda boca a boca.
“Ele já é
“top” desde sua criação”, mas como isso é possível?
“Segredos
irreveláveis”, tão irreveláveis que às vezes até o próprio dono do negócio não
sabe o
motivo.
Mas usufruí é claro, quem nunca?
O importante
é darmos a oportunidade, quantos talentos temos, que nem demos bola, escritores
internacionais, sempre valem mais que os nacionais?
- Qual seria a
diferença?
- A cultura?
- A
nacionalidade?
Em relação a
filmes posso até concordar, por se tratar de tecnologias mais avançadas para
cenas que nos fazem ficar boquiabertos, mas um livro?
Qual
tecnologia que o autor precisa? Uma caneta com efeitos especiais, com
fluorescente e um girocoptéro bem reluzente?
Do USA ou da
China? E assim as canetas seriam melhores, os teclados, ou sei lá a forma como
cada um escreve.
O negócio é
o seguinte, quando se trata de escritores nacionais a cobrança é triplicada,
por mais que o conteúdo deste também seja triplicado daquele, ou seja, o
internacional, aquele de país desconhecido, não desmereço, afinal cada qual com
o seus créditos. Tem muitos títulos estrangeiros bons e também muitos ruins, mas
quando se fala de títulos nacionais, a coisa complica um pouco mais.
A capa deve
ser perfeita, o nome do autor tem que ser bacana, quando se tem um João ou uma
Maria como autor (a), ai começa a analise crítica pormenorizada, mas se for
John ou Mary o livro com certeza é bom.
Não precisamos de indicações, não
generalizo essa forma de pensamento, são apenas observações feitas por mim em
livrarias, stands de autógrafos etc.
Quem sabe um dia nos demos essa oportunidade
de experimentar uma literatura nacional, não digo os já consagrados e falecidos
escritores, mas os que estão tentando o seu espaço nesse mundo editorial, que
para o Brasil é tão estreito.
A imaginação
não tem limites.
Recentemente
li o livro Sensitivos, gostei tanto que fiz até uma resenha, o nome da autora é
Raquel Koury é um livro nacional, na época do lançamento não era tão conhecida
como hoje, mas após o lançamento foi bombástico.
Envie um
comentário de um autor brasileiro (a), que não seja famoso de preferência.
- Qual o nome do autor (a)?
- E do livro?
- Foi bom
ou ruim?
Participe.



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