Olá caros leitores e leitoras, mais
uma resenha do ilustre mestre de suspense Sidney Sheldon – Os Doze
Mandamentos.

E assim encerro o Box de livros que inclui: O Estrangulador, A Perseguição e os Doze Mandamentos esse último resenhado agora.
O livro publicado pela editora Record, com 248 páginas envolventes
leva o leitor ao conhecimento raso, porém, gratificante, afinal
história é história, os Dez Mandamentos ou decálogo que é o nome dado ao
conjunto de leis que segundo a Bíblia, teriam sido escrito
originalmente por Deus em tábuas de pedra e entregues ao profeta Moisés.
Pela Bíblia Moisés desceu da montanha com duas tábuas de
pedra dadas por Deus, e nelas estavam escritos os Dez Mandamentos. O livro em
questão diz que há um segredo que "as pessoas ignoram", que na
verdade não eram Dez e sim Doze Mandamentos o que aconteceu foi que Moisés carregava três tábuas de pedras,
mas tropeçou e deixou cair uma, que se espatifou, sentindo-se envergonhado
resolveu contar aos outros que eram Dez e não Doze Mandamentos. Lendo o livro o
autor descreve os Doze Mandamentos que são deles que se extrai essa história.
Os Doze Contos, cada qual com relação a um Mandamento e como os seus
protagonistas tiveram sucesso infringindo as regras, isso mesmo, infringindo.
Trata-se basicamente de como pode fazer mal o fanatismo religioso e como
é perturbador levar tudo ao pé da letra sem ao menos
interpretar racionalmente e com uma pitada de bom senso. Acredito
que não seja uma crítica apenas uma observação feita pelo autor apreendida pela
experiência que adquiriu na vida. Haja vista, não se trata especialmente de
religiosidade e sim sátira intelectual bem desenvolvida também ressalvas de
citações milagrosas que ocorreram em séculos passados e que nos remete ao
presente nos mostrando a realidade e as suas consequências.
Sidney Sheldon foi um novelista e roteirista.
Nascido Sidney Schechtel, de pai judeu alemão e mãe judia russa, iniciou sua carreira em Hollywood como revisor de roteiros em 1937 além de colaborar em inúmeros filmes de segunda linha. Preferiu trabalhar no cinema do que na literatura por não julgar-se capaz de escrever um livro. Entrou para o Army Air Cops durante a Segunda Guerra Mundial mas não chegou a servir por causa de uma hérnia de disco. Sheldon retornou à vida civil e começou a escrever musicais para a Broadway além de roteiros para a MGM e Paramount Pictures. Foi o criador da série televisiva Jeannie é um Gênio e Casal 20.
Nascido Sidney Schechtel, de pai judeu alemão e mãe judia russa, iniciou sua carreira em Hollywood como revisor de roteiros em 1937 além de colaborar em inúmeros filmes de segunda linha. Preferiu trabalhar no cinema do que na literatura por não julgar-se capaz de escrever um livro. Entrou para o Army Air Cops durante a Segunda Guerra Mundial mas não chegou a servir por causa de uma hérnia de disco. Sheldon retornou à vida civil e começou a escrever musicais para a Broadway além de roteiros para a MGM e Paramount Pictures. Foi o criador da série televisiva Jeannie é um Gênio e Casal 20.



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